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ECG

O Eletrocardiograma ou ECG é o registro gráfico da atividade elétrica do coração, realizado em aparelho chamado eletrocardiógrafo.

Os objetivos desse registro são:

  • Analisar o ritmo cardíaco;
  • Avaliar a condução do estímulo através do sistema de condução do coração e das suas cavidades;
  • Avaliar a integridade ou anormalidades do sistema de condução;
  • Detectar eventuais sobrecargas das cavidades cardíacas e zonas correspondentes à ausência de atividade elétrica.

 

Indicações

São bastante amplas e o exame é utilizado sempre que se deseja avaliar a função cardíaca. Hoje o ECG é parte integrante de uma consulta cardiológica, especialmente numa primeira consulta.

Contraindicações

Praticamente não existem, a não ser que, numa especial situação clínica, não se consiga colocar os eletrodos para o registro ou se o indivíduo não for capaz de permanecer em repouso para sua execução.

Preparo

Não há.

Como é feito

Estando o paciente deitado, realiza-se a limpeza da pele - nos punhos e tornozelos direitos e esquerdos e em seis pontos do tórax - com gaze embebida em álcool. Em seguida são colocados gel condutor (para evitar interferências durante o exame) e os eletrodos nesses locais e procede-se ao registro do eletrocardiograma, com o paciente mantendo-se o mais relaxado possível.

Complicações

Excepcionalmente poderão ocorrer reações alérgicas leves nos locais de abrasão da pele devido ao preparo ou a ação do álcool e ou gel condutor, em pessoas susceptíveis.

Limitações

O eletrocardiograma poderá resultar normal em pessoas com reconhecida doença cardíaca. A valorização do laudo só pode ser feita à luz do contexto do quadro clínico do paciente.

Endoscopia Digestiva Alta

O que é endoscopia digestiva alta?

Endoscopia digestiva alta é um exame endoscópico que permite ao médico visualizar diretamente ou na tela de vídeo o revestimento interno do esôfago, estômago e duodeno, bem como realizar intervenções diagnósticas e/ou terapêuticas simples.

Em que consiste o exame?

O exame é realizado por meio de um aparelho chamado endoscópio que consta, entre outras coisas, de um delgado tubo flexível de cerca de um metro de comprimento. Ele contém na sua extremidade uma microcâmera capaz de captar imagens e é introduzido através da boca, permitindo visualizar as regiões por onde vai passando. Por esse tubo podem ser introduzidos também medicamentos e instrumentos próprios para realizar biópsias ou outros procedimentos terapêuticos.

Como se realiza o exame?

O preparo para o exame é muito simples: consiste em um jejum de oito horas para que a parte alta do tubo digestivo esteja completamente esvaziada, permitindo uma melhor visualização e minimizando o risco de aspiração do suco gástrico para o pulmão.

No momento do exame é administrado ao paciente algumas gotas de medicamento contra gazes e ele deve deitar-se de lado (usualmente do lado esquerdo) em uma maca. Normalmente a garganta do paciente é borrifada com um spray anestésico, para evitar o reflexo de vômito e é aplicado um sedativo de curta duração, quase sempre por via venosa. Em alguns casos, nenhum sedativo é dado.

O tubo flexível é introduzido pela boca e direcionado através do vídeo para o esôfago, estômago e duodeno, respectivamente, permitindo a visualização do interior dos mesmos. Normalmente uma certa quantidade de ar é introduzida através do tubo, de modo a facilitar a visualização. Se necessário, através do mesmo tubo podem ser realizadas pequenas intervenções diagnósticas e/ou terapêuticas, como coleta de material para biópsia, remoção de pólipos, hemostasias, correção de varizes, etc.

O exame é simples e muito rápido (5 a 10 minutos) e se o paciente adormece sob ação do sedativo, muitas vezes nem chega a perceber a realização do mesmo. Ao despertar, o paciente ainda se encontra algo sonolento, levando cerca de 30 a 60 minutos para a total recuperação. Geralmente sofre amnésia até os minutos seguintes ao exame, incluindo o próprio exame.

O paciente deve ir ao exame acompanhado de um adulto, em virtude dos possíveis efeitos da sedação.

Após cada endoscopia realizada, o aparelho deve sofrer uma rigorosa esterilização, para evitar contaminações.

Por que o médico pede o exame?

O exame permite o diagnóstico direto de algumas patologias do trato digestivo alto (esofagites, gastrites, duodenites, pólipos, úlceras, tumores, hérnia de hiato) e ajuda na complementação diagnóstica de várias outras patologias que podem repercutir nesses órgãos, bem como permite intervenções diagnósticas e terapêuticas.

Quais são os efeitos secundários do exame?

Normalmente o exame é bem tolerado pelos pacientes e em geral não há nenhum tipo de sintoma. Após o procedimento pode ocorrer uma rouquidão em virtude da anestesia da garganta ou um ligeiro dolorimento dela, em consequência do atrito com o tubo do endoscópio. Ambas as coisas, contudo, passam rapidamente e não requerem providência médica. Aconselha-se que no dia do exame o paciente não dirija nem maneje máquinas perigosas, uma vez que, embora lúcido, seus reflexos podem ainda estar alterados.

Quais são as complicações possíveis do exame?

As complicações do exame são muito raras e, quando existem, são leves e passageiras. Pode haver reações ao sedativo (euforia, confusão mental etc) ou equimose e inchaço no local da injeção e ligeiro incômodo devido aos gases injetados. Pessoas muito sensíveis podem apresentar tremores, náuseas e vômitos, os quais quase sempre cessam rapidamente. O risco de complicações aumenta (mas continua muito baixo) quando é necessário realizar algum procedimento, como biópsia, remoção de pólipo, dilatação ou remoção de corpo estranho.

As complicações mais graves são sangramento e perfurações das vísceras, algumas das quais podem exigir hospitalização e cirurgia.

ABC.MED.BR, 2013. Endoscopia digestiva alta: como é o exame?. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/exames-e-procedimentos/334070/endoscopia-digestiva-alta-como-e-o-exame.htm>. Acesso em: 6 dez. 2013.

Mamografia

As informações contidas nesta página são orientações gerais. Elas nunca devem substituir as especificações feitas pelo médico para o seu caso.

1. A mamografia dói?

Para obter mamografias de alta qualidade e expor menos a paciente à radiação, durante o exame é necessária uma ligeira compressão das mamas, o que pode ocasionar, às vezes, dor. Nem todas as mulheres sentem dor quando fazem o exame de Mamografia, mas algumas se queixam de algum tipo de desconforto provocado pela compressão. O importante, porém, é que o custo-benefício da mamografia é muito grande, além de representar o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

2. Quando deve ser realizada a mamografia?

Entre os 35 e 40 anos deverá ser feita a primeira mamografia, que servirá de base para avaliar as condições da mama e possibilitar exames comparativos futuros. Dos 40 aos 50 anos, a freqüência da mamografia deverá ser determinada pelo médico, de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco e/ou com as características da mama. Após os 50 anos, todas as mulheres devem se submeter ao exame de mamografia anualmente.

3. A radiação emitida no exame de mamografia pode ser prejudicial à saúde da mulher?

Qualquer tipo de radiação não é bom para a saúde, desde que a pessoa esteja exposta com freqüência aos seus malefícios. Isso não acontece com a mamografia, já que a recomendação para a realização do exame é periódica.

4. A mamografia pode mascarar o diagnóstico?

Todos os exames de diagnóstico por imagem apresentam uma margem de erro, que, embora seja muito pequena, pode levar ao diagnóstico equivocado do câncer de mama; porém, está mais ligado à falta de experiência do profissional na interpretação dos exames desse tipo de doença. Por isso, é importante a realização da mamografia em centros médicos de referência acostumados com o diagnóstico do câncer de mama.

5. Qual é o índice de diagnóstico positivo de câncer de mama das mamografias?

A mamografia é de 85% a 90% específica. De acordo com a Sociedade Americana do Câncer, somente uma ou duas mamografias em cada mil levam ao diagnóstico do câncer. Aproximadamente 10% das mulheres precisam de uma mamografia adicional. Não se alarme se isso acontecer com você. Apenas de 8 a 10% das mulheres necessitarão de biópsia e 80% dessas biópsias não são câncer.

 

Fonte: IBCC - Instituro Brasileirto de Controle do Câncer

Raio X Digital

Como o próprio nome sugere, é um equipamento que expõe o paciente a uma pequena dosagem de radiação ionizante.

Diferentemente do aparelho convencional ou analógico de Raio-X, no Digital Radiography (Radiografia Digital), o paciente é posicionado na frente do tubo do equipamento, para que o mesmo vá adquirindo as imagens para serem armazenadas e posteriormente examinadas pelo médico, não necessitando revelar o filme ou até mesmo digitalizar a imagem uma vez que este equipamento já adquire a imagem digitalizada, podendo ser armazenada, pós-processada, distribuída e impressa.

Com isso, não há a necessidade de repetir o exame por problemas técnicos (gerando menor radiação no paciente) e ainda ajuda a preservar o meio ambiente, por não utilizar produtos químicos para sua revelação e ainda diminui a devastação de árvores, pois muitas vezes não é impresso em filmes (a celulose é a base do filme de raios-x).

ATENDIMENTOS DA CLIMEV

ANGIOLOGISTA: Dr. Eduardo Bomfim
Consultas, Escleroses de Varizes, Duplex Scan Venoso e Arterial dos membros inferiores e Carótidas.

CARDIOLOGISTA: Dra. Ana Olívia
Consultas, ECG e Ecocadiograma.

CARDIOLOGISTA: Dr. Bernardo Junior
Consultas e ECG

CARDIOLOGISTA: Dr. Jun Kawaoka
Consultas, Ecocardiograma, Holter, Mapa e Teste Ergométrico.

CIRURGIÃO GERAL: Dr. Leonardo Cunha
Clinica cirúrgica, Cirurgia geral,  Videolaparoscopia e Biópsias.

ULTRASSONOGRAFIA EM GERAL E MORFOLÓGICA: Dr. Antonio Henrique

CLÍNICO, OBSTETRA E  GINECOLOGISTA, PREVENTIVO GINECOLÓGICO, ULTRASSONOGRAFIA GERAL E OBSTÉTRICA: Dr. Gelson Cunha.

DERMATOLOGISTA: Dr. Hamilton Alburqueque

FONOAUDIOLOGISTA: Jackline Ferreira

GASTROENTEROLOGISTA: Dr. Eric Marins
Consultas e Endoscopia Digestiva Alta

GINECOLOGISTA, OBSTETRA, PRÉ-NATAL E ASSISTÊNCIA AO PARTO: Dra. Iacira Magalhães

MASTOLOGISTA: Dra. Paluza Cruz

NUTRICIONISTA: Valéria Dias

OBSTETRA, ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA, MORFOLÓGICA E MEDICINA FETAL: Dr. Francisco Leon.

OTORRINO: Dr. Cássio Régis

PEDIATRIA: Dr. Ênio Henrique

PEDIATRIA E GASTROPEDIATRIA: Dra. Carina Rios

PSICOLOGISTA: Consuelo Almeida

PSIQUIATRA/NEUROLOGISTA: Dr. Nauef Abugattas

UROLOGISTA: Dr. Antonio Aloísio Rios
Consultas e Biópsia de Próstata